Liberdade Alimentar & Como Navegar pelos Desejos Alimentares

Imagina este cenário: estás a seguir o teu dia normalmente, quando, de repente, surge um desejo alimentar. Pode ser por algo doce como chocolate, ou talvez um snack salgado que te chama.
Seja o que for, sente-se como um elefante cor-de-rosa na sala — uma tentação irresistível que te dizem para resistir. Mas o que acontece quando ignorá-la só faz com que o desejo se intensifique?

Vivemos numa sociedade inundada de mensagens de restrição! Certos alimentos são rotulados como proibidos, verdadeiros "frutos proibidos" que somos instruídos a não consumir. Mas por que é que, quando nos dizem para não fazermos algo, isso passa a ser tudo em que conseguimos pensar? É como se as nossas mentes se rebelassem contra a própria ideia de restrição, desejando aquilo que não podemos ter.
E se abordássemos os desejos de outra forma? E se, em vez de lutar contra eles, aprendêssemos a sintonizar-nos com os nossos corpos? A verdadeira liberdade alimentar não passa por privação — trata-se de encontrar o equilíbrio e de saborear os prazeres simples da vida com moderação.
Então, como encontramos este equilíbrio? Como podemos satisfazer os nossos desejos sem nos rendermos completamente a eles? Tudo começa por escutar o nosso corpo e entender as suas necessidades reais. Significa reconhecer que uma indulgência ocasional é perfeitamente aceitável, desde que seja feita de forma consciente e com moderação.
Claro, alcançar este equilíbrio muitas vezes requer a colaboração entre o indivíduo e um profissional de saúde, como um nutricionista.
De forma prática, costumo guiar os meus clientes por um método simples para gerir os desejos alimentares:
Passo 1: Começa pelo desejo — digamos que é uma bolacha
Passo 2: Incorpora uma fonte de proteína — iogurte, por exemplo.
Passo 3: Adiciona alguma fibra — uns frutos vermelhos.
Passo 4: Inclui algumas gorduras saudáveis — adicionamos umas sementes, chia por exemplo.
Embora possas desfrutar do desejo por si só, este método ajuda a equilibrar os açúcares adicionados da bolacha, mantendo-te saciada e minimizando o pico de açúcar no sangue posteriormente.
Portanto, da próxima vez que fores atingido por um desejo alimentar, lembra-te: está tudo bem em ceder. Apenas não deixes que o elefante cor-de-rosa te domine! Abraça os teus desejos, ouve o teu corpo e encontra harmonia entre indulgência e contenção.
Food Freedom & How to Navigate Cravings - The Pink Elephant Theory.
Imagine this scenario: You're going about your day when suddenly, a craving strikes. It might be for something sweet like chocolate or perhaps a salty snack that's calling your name.
Whatever it is, it feels like a pink elephant in the room —an irresistible temptation that you're urged to resist. But what happens when ignoring it only amplifies its intensity?
We live in a society inundated with messages of restriction! Certain foods are labeled as off-limits, forbidden fruits that we're instructed not to indulge in. But why is it that when we're told not to do something, it's all we can think about? It's as if our minds rebel against the very notion of restraint, longing for what we can't have.
But what if we approached cravings differently? What if, instead of battling against them, we learned to tune in to our bodies? True food freedom isn't about deprivation—it's about finding equilibrium and relishing life's simple pleasures in moderation.
So, how do we strike this delicate balance? How do we satisfy our cravings without succumbing to them entirely? It begins with listening to our bodies and understanding their true needs. It entails acknowledging that occasional indulgence is perfectly acceptable, as long as it's done mindfully and in moderation.
Of course, achieving this balance often requires collaboration between the individual and a healthcare professional, such as a dietitian or nutritionist—someone like me.
In a practical sense, I often guide my clients through a simple approach to managing cravings:
Step 1: Start with the craving—let's say it's a cookie.
Step 2: Incorporate some protein.
Step 3: Add some fiber.
Step 4: Include some healthy fats.
While you can enjoy the craving on its own, this method helps to balance the added sugars from the cookie, keeping you feeling satisfied and minimizing the spike in blood sugars afterward.
So, the next time you're hit with a craving, remember: it's okay to indulge. Just don't let that pink elephant overwhelm you! Embrace your cravings, listen to your body, and find harmony between indulgence and restraint.
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